quinta-feira, 20 de junho de 2013

Volta MuriTRI!

Torcida Soberana, depois da ótima notícia (pelo menos para a maioria de nós) sobre a permanência de Luis Fabiano no nosso Tricolor. Mas como temos acompanhado este ano, mesmo com a confirmação da Diretoria de que rejeitou as propostas de Galatassaray, Turquia, e Olympiakos, Grécia e que não negociara o Fabuloso até o fim do seu contrato em 2015. Mesmo com essa boa noticia, e vendo que a Diretoria enfim acertou uma pelo menos, algumas mudanças ainda são necessárias no meu ponto de vista, tanto dentro como fora de campo. Uma dessas é na beira do gramado, com Ney Franco não dá mais, o mesmo vem sofrendo duras criticas por parte da torcida por conta do péssimo trabalho executado neste ano de 2013. Até mesmo alguns jogadores ja demonstraram publicamente o seu descontentamento com o treinador, e isso ao mesmo tempo em que temos a disposição no mercado nosso glorioso ex-comandante Muricy Ramalho. não seria esse o momento ideal para a sua volta? Eu acredito que sim! Na época da sua indigesta demissão, há exatos quatro anos, ouvimos declarações de que o então comandante não tinha capacidade de trazer ao Morumbi nossa 4ª Libertadores da América (não com essas palavras, mas pra bom entendedor...) O ex-comandante disputou quatro libertadores pelo tricolor, e em todas as ocasiões acabou sendo eliminado nos mata-matas e sempre por times brasileiros, chegando até a final de 2006 e perdendo para o Internacional-RS. Dois anos depois, comprovamos amargamente que o problema não era ele, claro!! Muitos dizem que o Muricy foi Tri Campeão Brasileiro pelo SPFC porque teve sorte de pegar um time já moldado para ser campeão de tudo, discordo completamente. Muricy é um comandante de pulso firme, que sabe explorar o máximo de seus atletas e sem falar que com ele no comando nossas defesas sempre foram respeitadíssimas, tanto pela torcida como até pelos adversários. Já vi muitos times moldados e até galácticos no passado mas que acabou fracassando por falta de comando, tanto dentro como fora de campo e se realmente ele pegou um time já moldado, sabemos que isso foi feito por outros cartolas que lá estavam. Ai eu pergunto! O que a nossa atual  Diretoria moldou até agora? O que ainda nos aguarda? E a Libertadores, porque ainda não somos Tetra da América? E o que dizer sobre a pífia passagem de tantos técnicos pelo nosso Glorioso Tricolor? A maioria dos torcedores são paulinos já pedem a saída de Ney Franco, devido aos seus pontos fracos (que são evidentes) O então técnico ainda não conseguiu fazer a equipe reencontrar o bom futebol jogado no ano passado e pior, alguns dos nossos principais jogadores simplesmente tiveram uma grande queda de rendimento este ano, sem falar das incansáveis IMPROVISAÇÕES e dos Péssimos resultados na Libertadores e no Paulistão. Soberanos(as) necessitamos de mudanças URGENTE, a começar pelo comando do time. Muricy Ramalho é cria do nosso mestre Tele Santana, foi ídolo como jogador e é nosso ídolo também como técnico, afinal ele simplesmente o principal responsável por tornar o tricolor Hexa Campeão. Precisamos de TRABALHO sério no nosso Tricolor do Morumbi, por isso peço já, a volta de Muricy!


#VoltaMuricy


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Mais vermelho, branco e preto do que nunca


Torcedor(a) Soberano(a), sou da geração oitentista como a maioria de vocês que nos acompanham, e tenho certeza que essa final emocionou a todos, assim como eu me emocionei ao ver o meu Tricolor, (o Maior do Mundo) sendo campeão da América pela 1ª vez. Com apenas 8 anos esse era o segundo título que eu assistia o Tricolor conquistar, me lembro dessa final  nitídamente... No dia 06 de Março de 1992, o São Paulo começava sua campanha na Libertadores, era a 6ª edição de sua gloriosa história, sob o comando do mestre Telê Santana, Raí o rei do Morumbi, nosso eterno arqueiro Zetti, o incansável Cafú, Pintado guerreiro e Müller sempre endiabrado... naquele ano a nossa santa casa (Morumbi) testemunhou uma das maiores explosões de alegria de sua história, se não a maior. Mais de 105 mil pessoas assistiram emocionadas e com o coração na garganta a inesquecível festa da conquista da Taça Libertadores da América daquele ano - a primeira do Soberano. Milhares das quais, inclusive, proporcionaram a lendária invasão (ordeira e civilizada - só para lembrar) que se viu por esse gramado... torecedores carregando nossos ídolos nos ombros, como verdadeiros heróis além, é claro, também de suas camisas, grandes relíquias sendo levadas como troféu de uma inesquecível conquista. Eu e toda a nação tricolor celebramos aquele feito que, se não inédito, pelo menos ressuscitou o interesse e o futebol brasileiro à conquista da América - a competição Sul-Americana não tinha o peso que tem hoje. Era uma disputa internacional, respeitada, mas não estava entre as mais importantes para os clubes brasileiros... assim o nosso São Paulo mudou a ordem natural do futebol brasileiro, recolocando depois de 9 anos, um clube do nosso País no topo da América e mais tarde no topo do Mundo. Com a façanha tricolor, o Brasil começou a olhar com outros olhos a competição e a taça da Libertadores da América passaria a ser o objeto de desejo dos times brasileiros e uma deliciosa obsessão na vida do Tricolor do Morumbi... Mas o sonho de conquistar a América e logo depois o Mundo, que se iniciou um ano antes com o tricampeonato nacional, quase se tornou pesadelo com a inusitada derrota por 3 a 0 para o pequeno Criciúma, que se fez gigante diante de nós e a temida altura dos Andes na Bolívia para o próximo jogo... Aos poucos fomos derrubando nossos adversários, San José, Bolivar, Criciúma (devolvendo a goleada), Nacional de Montevidéu, Criciúma novamente (quem mandou provocar, rsrs) e, depois do Barcelona de Guayaquil (tomando um pequeno susto no 2º jogo) nas semifinais, a grande final contra o time argentino comandado pelo técnico ainda jovem, 'El Loco' Marcelo Bielsa, Newell's Old Boys... Depois de uma magra derrota lá na Argentina por 1 x 0 a confiança era total no jogo de volta, em um Morumbi fervilhante como de costume. Impiedoso, o time tricolor não perdoou os argentinos que, todavia resistiram, catimbaram, até salvando um gol em cima da linha... Mesmo com todo o sufoco imposto, o time do Newell’s não aguentou a nossa força e aos 22 minutos do 2º tempo, quando Gamboa cometeu pênalti em Macedo, Raí converteu a cobrança mostrando mais uma vez sua frieza, técnica e liderança... mas o sofrimento ainda não havia chegado ao fim, ainda tinha a decisão por pênaltis, dramática claro, mas já bem conhecida por todo são-paulino. O Torcedor soberano explodiu quando Berizzo começou mandando na trave e Raí converteu novamente com maestria. Na 2ª Zamora venceu Zetti, mas Ivan também guardou. Llop empatou, e o placar permaneceu assim, pois Ronaldão colocou emoção na disputa mandando nas mãos do estático goleiro Scoponi... então Mendoza retribuiu o favor e bateu por cima. Cafu pôs o São Paulo novamente na frente, 3x2. A última cobrança da série normal seria de Gamboa. Zetti foi magistral: saltou para a esquerda e, de mão trocada, espalmou a bola para fora... enfim, estava decidido: o novo dono da América agora era o meu, o seu, o nosso Tricolor do Morumbi!

Parabéns São Paulo Futebol Clube, pelos 21 anos da conquista de sua 1ª Copa Libertadores da América em 1992.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

#FicaFabuloso


Desde que iniciamos nosso "projeto" como Torcida Soberana usamos do nosso espaço para informar à nossa nação sobre os acontecimentos envolvendo o São Paulo Futebol Clube. São quase dois anos buscando oferecer informação e entretenimento sobre o clube para o qual esses mais de 102 mil soberanos e soberanas que nos seguem, dividem um sentimento. Mais que isso, usamos da nossa página para manifestar a nossa posição e opinião sobre os principais assuntos que acercam o Tricolor do Morumbi.
Como todos aqui sabem somos torcedores, não somos jornalistas, não temos contato com os mandatários do São Paulo, não possuímos informações privilegiadas, não temos contato com jogador e em momento algum impomos a nossa visão de forma absoluta. Como cada um que nos curte, nos segue e nos acompanha em todas as nossas redes sociais, ficamos felizes com as boas coisas que fazem com o nosso Soberano, assim como também ficamos enfurecidos quando enxergamos que os caminhos tomados por quem pode mandar e fazer alguma coisa não são os corretos. 
Sabemos que cada torcedor(a) tem a sua forma de pensar e respeitamos muito isso. Entendemos que qualquer assunto aqui colocado, quando não segue a própria ideologia da pessoa que o recebe é contestado, diminuído e recriminado, mas nem por isso estamos (TS) 100% certos ou errados.
Hoje dedicamos a página ao nosso atual camisa 9 e como já era de se esperar, fomos bastante criticados...
Não estamos colocando ninguém acima do clube, apenas analisando o comportamento de uma diretoria nada confiável e pouco capacitada com um ídolo do nosso time.
Em 2011 mais de 45 mil torcedores recepcionaram a chegada de Luis Fabiano no Morumbi. Até então a contratação do camisa 9 era vista com bons olhos. Voltou para o Tricolor como ídolo, camisa 9, matador, o cara goleador, Luis Fabiano - o Fabigol, o cara que driblou o Cássio e que calou o Pacaembu... e agora já não é mais visto assim por grande parte da torcida, que hoje o condena.
A mesma torcida que na hora que a bola entra na rede grita o gol, comemora, pula, bate no peito e exalta o atacante é a que hoje nos criticou por postar os gols dele desse ano. Que fique claro, a ideia era postar somente os gols feitos por Luis Fabiano na temporada de 2013, o adversário sendo pequeno ou não, significante aos olhos da torcida ou não, contaram para a pontuação do São Paulo frente às competições em que foram marcados, portanto não, não temos vergonha de postar o que postamos.
Nem os gols estão sendo suficientes para que vocês o deixem continuar fazendo o que sabe no lugar que ele ama. O cara abriu mão de uma grana pra voltar, recusou um salário milionário em um rival para vestir o manto e isso agora é só uma desculpa para que a maioria, manipulada pela nossa diretoria medíocre, exija a sua saída.
Somos todos seres humanos, sujeitos à erros e falhas, não vi a declaração dele de que "deixou de ir para um clube que foi campeão do mundo para estar aqui" um motivo para condená-lo. Vi como um desabafo de um cara que trocou uma oportunidade por um amor e que não está sendo considerado por isso, por nenhuma parte. 
Há tempos nossa torcida vem lhe dando as costas! Há tempos a torcida vem criticando o seu comportamento, que não estou aqui colocando como certou ou errado, não vou entrar neste mérito, mas essa pressão toda não ajuda em nada. Ir na porta do CT e ofendê-lo tbm não! Responsabilizá-lo pela eliminação na Libertadores é tão ridículo quanto a decisão da Conmebol em puni-lo por 4 jogos. Se onze entram em campo e ele não estava lá, porque ele é o principal vilão? Se ele não é o atacante excelente que a minoria que está com ele acha, porque na eliminação a culpa é dele? Ele não estava lá... então porque neste caso ele resolveria? Agora ele é o camisa 9? Agora ele é o Luis Fabigol? Irônico!
A mesma torcida que hoje usa de "lixo", "pipoqueiro" e "mercenário" é a torcida que o aplaudiu naquele 29 de março, é a torcida que grita gol da arquibancada - ou de casa, e é a mesma torcida que, caso a venda do jogador se confirme nos próximos dias, vai lamentar sua saída por não ter mais um camisa 9 dentro da área adversária.
É triste ver a torcida sendo manipulada por uma diretoria que não quer a responsabilidade exclusiva de se desfazer do jogador. É triste ver a nossa história se dissipando, é triste ver um ídolo saindo de maneira tão ruim e negativa. 
Quem quer ele fora é exatamente quem vocês querem que saia: JJ e sua corja! Chega a ser sarcástico como no assunto LF9 diretoria e torcida (ao menos parte dela) parecem se entender.
Não estou aqui posando de viúva do Luis Fabiano, porque sei e acredito na capacidade e no potencial do cara, sei que seja qual for o clube para o qual ele vá terá sucesso, é merecedor disso. Só estou aqui lamentando que num momento em que a torcida deveria se unir para pedir a permanência do cara que quando está em campo resolve, prefere se juntar àqueles que riem da cara da torcida para pedir que o 5º maior goleador da história do São Paulo saia.
Vocês estão trocando um cara que tem amor à camisa por um bando que tem amor ao dinheiro... pensem nisso!

Patÿ Nascimento

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Carta Aberta

Carta aberta da Torcida Soberana à comunidade são-paulina

São Paulo, 7 de junho de 2013

Fundada no dia 27 de setembro de 2011, a Torcida Soberana nasceu para reunir são-paulinos convictos, que amam o São Paulo Futebol Clube e idealizam um clube cada vez melhor. Desde o princípio entendemos que a nossa função não é apenas torcer, mas também abraçar o clube em todos os momentos. Para nós, o São Paulo é um casamento, pois o nosso amor estará com o Tricolor "na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza".
Atualmente somos seguidos por mais de 102 mil são-paulinos. O amor de todos eles é visto de várias formas. Diariamente lemos histórias que intensificam o nosso amor pelo maior clube do futebol brasileiro. Da mesma forma, constantemente lemos relatos de torcedores que deixaram de acreditar no time.
Pela sua força e história, o São Paulo não poderia jamais deixar de ser competitivo. Não exigimos títulos, pois o verdadeiro torcedor exige comprometimento à camisa tricolor. Isso basta para que o apoio de toda a comunidade são-paulina seja constante.
Entretanto, temos que citar alguns fatos recentes, que fez com que o São Paulo se tornasse um clube comum, muito aquém de sua história.
Não é de hoje que lidamos com uma diretoria apática. Temos em Juvenal Juvêncio a figura de um presidente centralizador, ultrapassado e incompetente. Acreditamos que Juvenal Juvêncio é o responsável pela forma negativa que o São Paulo é visto nos últimos anos, tanto pelas federações que administram o nosso futebol, quanto pela mídia, que explora o seu lado folclórico em tom de piada, fazendo com que o nosso Tricolor seja motivo de chacota. Da mesma forma, o seu vice, Carlos Augusto Barros e Silva, é lembrado sempre pela inércia diante das crises que enfrentamos e da postura autoritária perante o Tricolor.
Também colocamos na conta de Juvenal Juvêncio uma série de equívocos administrativos, como a falta de bom senso no aluguel do Morumbi para shows musicais em 2012, tirando jogos importantes da nossa casa. Entre outras coisas, não podemos esquecer-nos da manobra política que o reelegeu presidente do clube em 2011. Por mais legal que isso possa ser, ao menos no ponto de vista jurídico, sabemos que o passado do São Paulo Futebol Clube não combina com esse tipo de artifício. Historicamente, somos um clube conhecido pela alternância no poder e pela organização. Por tudo isso, exigimos que tamanha qualidade administrativa volte ao Morumbi, e acreditamos que o primeiro passo seja a saída de Juvenal Juvêncio.
Contudo, não podemos esquecer que outras figuras ajudam a desconstruir o passado glorioso do São Paulo. Adalberto Baptista, que deveria ser o diretor de futebol do clube, claramente não entende do assunto. Se não bastasse a sua total incapacidade de administrar o futebol do Tricolor, contratando reforços desconhecidos até mesmo para os torcedores dos clubes de onde saíram, ou mesmo reforços que não deveriam jamais vestir a camisa do São Paulo, o dirigente abandonou o elenco profissional num dos momentos mais importantes da temporada. A razão da ausência foi uma corrida de carros em Portugal, motivo muito pequeno diante da importância de uma Copa Libertadores. Motivo, aliás, íntimo perto do gigantismo de um clube acostumado a ser respeitado.
João Paulo de Jesus Lopes, chamado de vice-presidente de futebol pela alta cúpula tricolor, é marcado pelas declarações inapropriadas que vez ou outra dispara na mídia. Dizer publicamente que a atuação do time foi "vergonhosa", como fez após a derrota para o The Strongest, não é a postura de alguém que deveria trabalhar ao lado do grupo.
Com todos esses fatores, entendemos que qualquer mudança no elenco profissional ou na comissão técnica surtirá um efeito curto. Na condição de torcedores, sempre cobraremos respeito e dedicação a todos os jogadores que passarem pelo São Paulo. Da mesma forma, cobraremos o mínimo de comando e bom senso de qualquer treinador que passar pelo Tricolor. Entretanto, sabemos que o clube tricampeão mundial, tricampeão da América e hexacampeão brasileiro só voltará ao caminho da conquista com um verdadeiro choque de gestão.
Por fim, pedimos que o nosso próximo presidente, que será eleito em abril de 2014, seja comprometido apenas com o São Paulo Futebol Clube. Marco Aurélio Cunha, que já manifestou interesse em se candidatar ao cargo máximo do clube, possui características que nos faz acreditar que ele poderá nos recolocar no trilho. Além de um profundo conhecedor dos bastidores do futebol, a relação do es-superintendente com todos os envolvidos no meio futebolístico, indica a evolução que todos nós desejamos.
Certos da compreensão de todos, saudamos os são-paulinos que querem um futuro melhor para o clube.
Vamos Tricolor!

Equipe TORCIDA SOBERANA

Um tal de Ganso


Entendo o ponto de vista de muitos aqui, mas não concordo.
Após ver muitas críticas sobre o Ganso, resolvi dar a minha opinião sobre o assunto.
Ele chegou ao Morumbi machucado e todos sabem disso, depois da sua chegada, concordo com vocês que ele hoje não está apresentando a bola de 2010, que foi o ano auge da técnica que ele demonstrou e o ano que projetou seu futebol para o mundo.
Acredito que ele só teve lampejos de genialidade aqui no SPFC, algo que demonstra que aquele jogador é diferente mesmo. Mas não posso acreditar, mesmo ele voltando de lesão, que contra o Goiás, uma partida em que deveria ter chamado o jogo para si, dando aquele toque refinado para furar a zaga bem posta da equipe adversária, naum tenha conseguido fazê-lo.
Eu acredito sinceramente que ele tem tudo para nos dar muitas alegrias, honrar nosso manto sagrado que há anos está carente de um camisa 10 - no meu ponto de vista, o último foi Raí...
O que está faltando ao nosso time é encontrar um esquema tático que possa ajudar as peças atuais do nosso elenco a render mais. E isso compete ao senhor Ney Franco.
Se bem que nunca se sabe o que rola de fato nos bastidores.
Porque a meu ver, essa história triste que os torcedores contam de que nosso elenco não ajuda, eu não vejo. Há outros times no Brasil que tem um elenco 100000000 de vezes mais limitado que o nosso e estão respondendo em campo, então o problema não é só dos atletas, tem comissão técnica, diretoria e vários outros fatores envolvidos, como lesões e tudo mais.
Eu vejo que apesar de nosso técnico ter começado bem sua trajetória no SPFC, se perdeu no seu trabalho e por fim, perdeu o elenco.
Por este motivo eu gostaria de ver Muricy à frente do São Paulo, o cara hoje é o técnico mais vencedor da história do futebol Brasileiro e ama nosso time.
#ÉMuricy

Rodrigo Borges

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Que volte o passado


Gostaria de dar uma outra visão ao assunto que está na boca dos(as) são paulinos(as) desde que o Muricy foi demitindo do Santos e o nosso técnico Ney Franco não estar correspondendo.
Ney Franco tem a seguinte seqüência positiva: um título da Sul-Americana - conquistado no segundo semestre de 2012, e a classificação entre os 4 primeiros do Brasileirão do mesmo ano. O lado negativo fica por conta de uma Libertadores aos trancos e barrancos e uma ida à final perdida para um rival.
Hoje eu não vejo mais condições de o nosso técnico atual permanecer à frente de nosso elenco. Isso porque no meu ponto de vista, ele se perdeu ao longo de seu trabalho e acabou perdendo o grupo nesse processo.
Acho ele (Ney) um técnico moderno, com futebol ofensivo, assim como fazia nas categorias de base da seleção e nos outros times aos quais passou. Na verdade ele até fez isso aqui no nosso Maior do Mundo, na Sul-Americana. Mas chegou em um ponto que o trabalho dele se perdeu totalmente.
Na boa, se vocês viram o jogo contra o Goiás, vocês entendem do que eu estou falando.
Como um técnico que está à frente do SPFC, o maior clube da América do Sul, comete erros tão primários?
Ele diz que não vai mais fazer improvisos, aí ele tira um lateral para colocar um volante IMPROVISADO na LD, para a entrada do Aloisio - jogador que no meu ponto de vista deveria ter entrado em campo desde o início da partida. Aí a ficha cai nele, de que não deveria ter recuado o volante no lugar do lateral! Fez a mesma besteira que ele já vinha fazendo há muito tempo: insistir em improvisos. Então, não satisfeito, cinco minutos depois ele volta o Rodrigo Caio à sua posição de origem para que Caramelho, LD de ofício, entrasse na partida, achando que isso ia melhorar o futebol lastimável que nosso soberano apresentou ontem com posse de bola, mas sem objetividade.
E falo mais: entrar com três volantes contra o "poderoso" Goiás? Está de brincadeira!
Desculpa, mas Ney Franco não está vendo as coisas com clareza. E assim, em nenhum momento vi um time apático dentro de campo para ver a torcida pedindo garra.
Não é à toa que tivemos, em determinado momento, 70% de posse de bola. O que temos hoje é uma equipe mal montada, não atletas que não tem qualidade e sim mal aproveitados!
Graças à Deus venho de uma geração diferente, de quando nossos jogadores vinham do interior de SP e de todo Brasil, mostravam futebol nas suas equipes para aí conseguir um espeço em times de ponta como o SPFC.
E assim, mesmo que Paulo Autuori, Vanderley Luxemburgo ou qualquer outro estivesse livre no mercado, eu escolheria Muricy, que é sim a continuação do Mestre Telê. Esse cara ama o Tricolor, mesmo depois de ser demitido do clube injustamente pelo Leco e cia. Ele declara que esquece tudo que aconteceu para voltar a comandar o maior do mundo. E sério, o cara ganhou tudo por onde passou, se não fosse a soberba de nossa diretoria na época.
Lembro como se fosse hoje quando o JJ falou a seguinte frase: "SPFC não precisa do Muricy, nossa estrutura faz os títulos chegarem ao clube, isso não foi mérito dele e sim da estrutura do clube".
É, nós vimos o que a gente ganhou com a saída dele, né??? Anos sem conquistar nada!!!
Outro alvo da torcida chama-se Juan. Acho difícil julgar o atleta que não teve sequência nenhuma no clube, assim como não aceitei essa lista de dispensa, que ao meu ver, foi injusta. Mais uma vez demonstrou a incompetência das pessoas que estão à frente do nosso clube amado.
A solução seria a saída deles (JJ e Cia)? Sim, seria, mas isso só vai acontecer em 2014, infelizmente...
Se Deus quiser, a chapa formada por MAC vai vencer as eleições do clube e as coisas vão se encaminhar para o caminho que nosso soberano jamais deveria ter saído: as vitórias!
#SPFCeuacreditoemvocê

Rodrigo Borges

8 ou 80


Antes de iniciarmos o papo bomba do dia, deixamos clara a nossa aversão pela homofobia, mas não podíamos deixar de comentar algo que está diretamente ligada ao nosso clube de forma que tenta unificar uma torcida à um único gênero.
Analisando as postagens à serem aceitas no grupo da Torcida Soberana, recebemos um pedido de denúncia à uma página chamada "Bambi Tricolor", cuja qual é citada em reportagem de hoje no site da UOL.
A página é criada, supostamente, por um torcedor homossexual do São Paulo. Lendo o conteúdo vemos que a intenção do mesmo, ou da mesma, seria quebrar as barreiras do preconceito dos homossexuais no estádio de futebol, porém, o(a) criador(a) incita em sua descrição de página que "se até agora Bambi foi um apelido usado para discriminar, porque não adotá-lo com orgulho e desarmar o preconceito"?
Simples, por que a torcida não é 100% gay!
Não queremos com este texto incitar violência, verbal ou física, mas abrir uma discussão de que, seja qual for o time, a sua orientação sexual não deve generalizar uma torcida.
O fato de termos uma página que abrace o apelido desencadeia uma série de rótulos e da permanência de um estigma não nos cabe. Gays, lésbicas e afins existem em todos os meios, todos os grupos, classe social, cor, credo e time de futebol, independe de ser São Paulo.
Não entendam isso como homofobia, muito menos como um pedido, como nos foi solicitado, mas cabe à cada um que sente ou já sentiu o reflexo do apelido, solicitar ou não a exclusão da página em questão.

Paty Nascimento e Rodrigo Borges

Fica Ney ou Volta Muricy?


De ontem pra hoje, retomando nossa campanha #VoltaMuricy, vi muitos comentários afirmando que Ney Franco merece continuidade por estar fazendo um bom trabalho.
Ok, vamos analisar!
Qual o bom trabalho? Sem querer parecer ingrata, mas vaga para a Libertadores em duas competições diferentes e a conquista inédita da Sul-Americana de forma invicta, caracteriza um atual bom trabalho?
Vejo uma torcida que vive nos dizendo que São Paulo não vive de passado, mas pelo jeito isso não cabe ao Ney Franco, já que o presente não é assim tão vitorioso.
Eliminação na semi-final do Paulista para um rival, em um jogo onde a retranca parecia ser a única opção do treinador. Campanha medíocre e vexatória em um retorno de Libertadores após dois anos sem participar da competição, com direito à goleada do adversário no último jogo. Primeiro semestre perdido, cheio de improvisações e testes, sem formação tática definida e sem um time certo para chamar de titular... esse é o bom trabalho?
Quando Ney Franco chegou ao Morumbi, já contestado, por que convenhamos, ele nunca foi unanimidade, devolveu ritmo ao time, confiança ao Paulo Miranda, recompôs a equipe, definiu uma dupla de zaga que deu certo e conseguiu uma alavancada num Brasileiro que estava perdido. Isso é incontestável, mas sejamos justos em admitir que ano passado ficou lá... muito das conquistas ditas devemos à um certo Golden Boy, assim como devemos à ele a confiança, por vezes exagerada, em Douglas, que na época estava em sua plenitude levado pela direita de forma dinâmica pela companhia do antigo camisa 7.
Acontece que o ano virou mas Ney Franco não!
Ele continuou improvisando, testando jogadores, teimando em Douglas numa posição que ele, declaradamente, não domina, e atestando a dispensa de jogadores que nada tiveram à ver com a sua própria incapacidade de leitura de jogo, de ousadia tática e sua insistência errônea!
Isso é bom trabalho?
Se hoje vejo Douglas voltando a tentar jogar o que jogou ao final de 2012, Paulo Miranda se redescobrindo na zaga e Ganso titular, é muito mais por pressão e determinação da diretoria, que nem vou comentar aqui, do que de instinto do próprio.
Entendo que o problema vem de cima, que a causa de tudo de ruim é culpa, em grande parte, de JJ e sua corja, mas pensem meus caros e minhas caras, arrumando as coisas dentro de campo o que acontece fora dele pode não influenciar tanto.
Muricy tem um amor e uma identificação declarada com o Tricolor, pode ser uma aposta para muitos, mas o cara é o cara! Ele sim pode devolver a alma que o nosso time precisa, ele sim entende que o tamanho do São Paulo não permite o que está acontecendo neste momento...
Volto à dizer, o passado é glorioso, mas é passado e o presente vem sendo arrasador, no pior dos sentidos...
Se é pra voltar ao passado, relembrar, saudar e querer de volta, quero o tricampeão brasileiro à frente do meu time, devolvendo à ele o lugar que lhe é cabido.
Defendi muito Ney Franco, mas agora chega. Cansei das suas limitações que nunca mudam, cansei da suas birras e das suas desculpas.
Quero pulso firme, quero comando, quero garra, quero raça no comando, quero ousadia, quero tesão em assistir à um jogo e ver que mesmo com um placar desfavorável, os caras que estão em campo vão lutar e não se render, como tem acontecido.
E para ter isso tudo de volta, quero Muricy, quero trabalho e trabalho do bom!

Patÿ Nascimento

Chegou a hora do adeus


Ontem tivemos a primeira derrota do Brasileirão 2013 e vi que muitos ficaram desapontados com o rendimento do SPFC, assim como eu.
Muitos estão falando que o grande problema é que não tivemos, até o momento, contratações de nome como muitos aqui esperavam.
Assim vejo que nosso elenco está sendo mal trabalhando. Quem acompanha a mais tempo o grupo sabe que sempre defendia a permanência do nosso treinador, até o momento. Ah Rodrigo, então o cara perde uma partida e está tudo errado? Não, mas acho que ele se perdeu ao longo do seu trabalho. Como falei mais acima, o Ney não está sabendo trabalhar os atletas que ele tem à disposição e isso está custando caro, atletas estes que não acreditam no seu trabalho, e isso ficou muito claro pra mim ontem.
Até pensei que ele tinha que dar sequência no seu trabalho pelo fato de que ele conquistou o nosso último título, a Sul-Americana, com um bom futebol, apesar de muitos pensarem que ele só conquistou esse título porque tinha Lucas no elenco. Acredito que esse pensamento está errado porque o futebol é um esporte coletivo e nem se a gente contasse com o melhor jogador do mundo essa situação iria mudar, porque não temos um esquema tático definido, algo que aconteceu na conquista naquele 12/12.
Ele (Ney Franco) ainda insiste no improviso, mesmo falando que não ia mais fazer isso. Ele prefere colocar o Rodrigo Caio na lateral, improvisado, em vez de colocar o Caramelo. Aí ele vê a besteira que fez e muda de ideia, voltando o jogador para o meio e com o jogo já no final, coloca o estreante na lateral direita, que é a posição dele. Como se isso fosse mudar o péssimo futebol apresentado na noite de ontem.
Isso deixa claro que o Ney está perdido e que os atletas estão insatisfeitos com o nosso comandante. Por isso que digo à vocês, escutei muito nesses últimos dias que treinador não entra em campo, que a culpa é exclusiva dos jogadores. Eu discordo!
Se isso fosse verdade não teria a necessidade de ter um técnico para formar esquemas táticos, corrigir posicionamentos dentro e fora dele motivar os atletas, além de dar segurança à eles.
Precisamos de algumas peças para reforçar nosso elenco e uma delas é um técnico de ponta, e pra mim, esse nome é o de Muritri. O cara vai deitar e rolar com esse elenco, além de ter um bom relacionamento com Milton Cruz e com o M1to, que são os caras que tem a última palavra com o elenco, e o M1to claramente demonstra sua insatisfação com as escolhas do senhor Ney Franco.
Tem muita bola pra rolar, mas não temos tempo para vacilos, que como já vimos em outros anos, esses pontos perdidos hoje vão fazer muita falta lá na frente.
Se nossa diretoria não abrir os cofres e trazer as peças necessárias, nosso segundo semestre será igual ao primeiro: 0 títulos.
Vamos apoiar a equipe e torcer para JJ e cia saírem de sua soberba e parar de só pensar em política e focar no futebol!
#SPFCeuacreditoemvocê

Rodrigo Borges

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Nem tanto ao céu, nem tanto ao mar

Fica muito difícil defender o Ney Franco quando ele insiste no Maicon por tanto tempo, mesmo quando o jogador não ajuda no ataque quando o time mais precisa. Fica muito difícil defender o Ney Franco quando ele passa o jogo inteiro insistindo no Aloísio e no Luis Fabiano juntos, mesmo quando os dois não estão falando a mesma língua dentro de campo. Entretanto, fica difícil não falar do Wellington, que esqueceu o seu bom futebol na pré-temporada. Sempre disse que o volante será um dos grandes jogadores do São Paulo num futuro próximo. O problema é que o futuro não entra em campo. Também não posso deixar de criticar o Lúcio, que não saiu do chão no gol do Goiás, mas cansou de subir ao ataque, deixando a defesa exposta. Quando quer, o zagueiro ainda é fundamental. O problema é ele querer jogar em bom nível. E o Osvaldo, hein? Outro jogador que esqueceu o seu bom futebol em algum momento da temporada. O atacante pode fazer muito melhor do que tem feito nos últimos jogos. Acredito que o jogo de hoje não pode ser usado como régua de medida para o restante da temporada. Porém, ficou muito claro que o São Paulo não é o time que vai passar toda a competição goleando dentro de casa, assim como não é uma equipe que perderá pontos idiotas no Morumbi. Mesmo assim, o sinal de alerta foi ligado. Apesar de eu achar que os protestos da torcida foram exagerados, ficou muito claro que treinador, time e torcida, não falaram a mesma língua nesta noite. Observações: Mesmo com a derrota, tenho que valorizar a mudança de postura do Luis Fabiano dentro de campo. Várias vezes o jogador voltou até o meio de campo para buscar a bola. Sobre o Juan, só lamento. Se não bastasse a atuação horrorosa do lateral e a sua evidente falta de ritmo, o cara conseguiu perder um gol dentro da pequena área. "Méritos" da diretoria, que dispensou o Cortez para reintegrar um jogador que preguiçoso e displicente. Um verdadeiro peladeiro.

Já que tá, que deixe trabalhar!


É soberanos(as), a fase de erros do nosso técnico chegou ao fim, as improvisações não tem mais espaço, erros não vão ser mais aceitos e isso se deve ao fato do técnico com maior número de títulos da última década estar no mercado.
Além de ter uma identificação declarada com o SPFC, todos nós sabemos que ele nunca escondeu o carinho que tem pelo nosso time, e acredito que o Muricy nunca aceitou a forma que saiu do Tricolor, assim como acho que tenha vontade de voltar e conquistar a Libertadores com essa camisa.
Sinceramente vejo que o Ney não vai cair agora, até porque nossa atual diretoria não vai querer dar o braço à torcer, afirmando que fez uma grande besteira quando demitiu o Muritri, só por ele não ter conquistado a Liberta.
A vida ainda deu uma patada de luva em nossa diretoria, que declarou na época que o soberano andava sozinho e que o tri Brasileiro foi conquistado pela estrutura do SPFC e não pelo trabalho do Muricy. A prova de que eles estavam errados se deve pelo simples fato de à partir da saída dele não ganharmos mais nada, não é Juju?
Com a chegada do Ney, o retorno do LF9 e a nossa categoria de base nos revelar o Golden Boy, tivemos a felicidade da conquista da Sul-Americana, um título, aliás, que não tínhamos na nossa galeria de troféus e ganhamos da maneira mais bonita possível, com destaque da competição (Lucas), com artilharia (LF9) e de forma invicta, o que lembrou os bons tempos do São Paulo FC.
Infelizmente não conseguimos engatar uma seqüência de conquistas pelo fracasso que foi o nosso primeiro semestre.
O título ao final de 2012 é o que ainda mantém o Ney à frente do SPFC, no meu ponto de vista, pois se não fosse isso, tenho certeza que ele já não estaria no comando da equipe pelo conjunto de inúmeros erros cometidos pelo nosso atual comandante.
Que por favor, nossa diretoria não se meta no trabalho da comissão técnica agora, já que ali estão tem que deixar os caras trabalharem.

Rodrigo Borges